22 de outubro de 2012

Jabuti


"O nome disso é manipulação de resultado. A má fé explícita do “jurado C” – cuja identidade, de acordo com o regulamento, só pode ser revelada após a entrega das estatuetas, dia 28 de novembro – avacalha de vez um prêmio que vem se avacalhando nos últimos anos, emaranhado em escolhas discutíveis, regulamento trapalhão e uma incontrolável metástase de categorias (hoje são 29, com três prêmios para cada uma) em que só faltam os galardões de melhor cafezinho de editora nas modalidades coado e expresso, com e sem açúcar, preto e pingado".

Recomendo fortemente a leitura do comentário de Sérgio Rodrigues sobre do Prêmio Jabuti deste ano, no blogue Todo Prosa. Não tenho absolutamente nada contra ou a favor dos vencedores e/ou perdedores. Sinto, no entanto, uma grande pena ao perceber, ano após ano, a lambança que vem marcando o principal prêmio literário do país.