Terça-feira, Setembro 30, 2008

Já está no ar

... a edição nº 26 da Histórias Possíveis, na qual foi publicado meu conto 02h17, além de outros mais.

Histórias Possíveis é uma revista eletrônica editada pelo André de Leones que publica textos inéditos de várias autores. Esses textos (contos, minicontos, microcontos, prosemas etc) são inicialmente baseados em notícias, mas logo ganham força e abrem mão desse estímulo.

Ou seja, vale a pena dar uma olhada sempre, pois os autores são muito bons e a atualização é semanal.

Domingo, Setembro 21, 2008

Daqui à pouco

... vou ao Amora Restaurante & Bar participar do Sarau de Primavera Amora. Além do sarau com várias pessoas bacanas aqui de Campinas, o evento terá uma grande programação, com palestras, ilustrações, contadores de histórias etc.

É fácil chegar: Rua Itália, 493 (travessa da Andrade Neves, na altura do posto Shell).

Segunda-feira, Setembro 15, 2008

E na quinta, dia 11/09

... foi o lançamento de Beijando Dentes em Campinas. Como anunciei por aí, antes do coquetel, o Marco Cremasco e eu falamos um pouco e a Ana fez uma leitura muito legal de Uma Pedra à Mão, último conto do livro.


Marco, eu e Ana

Como imaginei, foi um lançamento bem íntimo, posto que aqui estão meus amigos, familiares e afins. E, por isso mesmo, fiquei mais ansioso/nervoso que o normal. No entanto, correu tudo bem.


Amigos, familiares e afins

Agora é torcer para que leiam o livro. E gostem. E indiquem aos outros, pois livro é o que não falta.

Há pilhas e pilhas por aí

No mais, publico o texto do Marco sobre Beijando Dentes. É uma leitura possível (e muito bacana, por sinal). Segue, então, O Gótico Contemporâneo em Beijando Dentes.




O GÓTICO CONTEMPORÂNEO EM BEIJANDO DENTES

Marco Aurélio Cremasco


Vinho! vinho! Não vês que as taças estão vazias e bebemos o vácuo... ?

Álvares de Azevedo


1.

Durante a segunda metade do século XVIII, ocorreu na Inglaterra uma série de transformações no processo de produção, originando ao que se convenciona denominar Revolução Industrial. Uma decorrência imediata desse movimento, entre outras, foi o êxodo do campo para a cidade, acentuando a diferença entre ambos. Os habitantes das cidades, por sua vez, acabaram consumindo não apenas alimentos, mas uma série de serviços e de produtos da própria indústria. Saliente-se que a Revolução Industrial influenciou o desenvolvimento da ciência moderna quando se vislumbrou a aplicação da ciência aos problemas da indústria... como também a visão da ciência enquanto nova religião, procurando elevar o ser humano à condição divina, como é o caso de “Frankenstein”, de Mary Shelley, concebido na primeira metade do séc. XIX. Trata-se da história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que constrói um monstro em seu castelo. É o típico do romance que alguns autores costumam classificá-lo de romance de terror gótico.


2.

Normalmente associa-se à literatura gótica o horror, castelos, mistérios, associados a sentimentos de tristeza, melancolia, em que os personagens são, via de regra, anti-heróis. Um representante brasileiro que poderia se aproximar de tais elementos é o Álvares de Azevedo em seu livro “Noite na taverna”, escrito entre 1848 e 1851, no qual há componentes macabros, com histórias de amor e de morte, ambientadas em uma atmosfera lúgubre.


3.

Ainda somos visitados por Macário, aquele que se encontrou com Satã na obra de Álvares de Azevedo?, e podemos perceber elementos góticos na literatura brasileira contemporânea? Antes de procurar responder a essa última pergunta, gostaria de resgatar uma passagem de uma entrevista que concedi ao jornal Rascunho (julho de 2007), em que refleti sobre a questão do “contemporâneo”, procurando entendê-lo o que é do tempo atual, acontece ao mesmo tempo e em espaço distinto. Nesse sentido, o mundo nunca foi tão contemporâneo de si mesmo como o é agora, graças à Revolução Midiática em curso, comparada em impacto à Revolução industrial, em que fatos e eventos substanciais que ocorrem em qualquer parte do planeta atinge, on-line, a quase a todos nós. Como exemplo, trago à lembrança o dia 10 de setembro de 2008 em que presenciamos o acionamento de um gigantesco acelerador de partículas, objetivando recriar a “criação”, bem como desvendar o que os cientistas, carinhosamente ou ironicamente, batizaram de “partícula de Deus”. Não se estaria reproduzindo a experiência do jovem Victor Frankenstein? É importante recordar que o www foi criado para propiciar a comunicação entre os partícipes desse artefato “milagroso”. O www nasceu da necessidade da velocidade, da síntese e da objetividade da comunicação e, como conseqüência, refletiu na natureza humana, sendo traduzida em manifestações artísticas, incluindo a Literatura. Vide os blogs transformando-se em romances. Tal contemporaneidade a qual me refiro é assustadoramente recente (menos de vinte anos!), possibilitando-nos diferentes visões, diferentes vozes, levando-nos ao mundo discreto, fragmentado, quais partículas elementares. Desse modo, sou levado a crer que a literatura contemporânea não precisa, necessariamente, abordar o tempo atual, mas trazer elementos atuais como: velocidade, síntese, objetividade, fragmentação e desconstrução formal. Além disso, a literatura contemporânea, frente a essa nova revolução, traduz nossa angústia sobre o imponderável, principalmente no que diz respeito à natureza humana, traduzindo-se no que é de mais obscuro em nossa psiquê. Caro leitor, não percebe que as taças continuam vazias e insistimos beber o vácuo?


4.

O livro Beijando dentes (Editora Record, 2008, 111 páginas; e prêmio Sesc 2007 na categoria contos), de Maurício de Almeida, constitui-se de 13 contos (atentai ao número, Macário!) que ocorrem em dias nublados ou em noites e madrugadas infindáveis de, sobretudo, angústia. Os contos de Beijando dentes possui elementos em comum: família, noite, sexo (gozo/sangue), desvios psicológicos, velhice, morte (aparece em 10 contos) e... dentes (aparece em nove contos). Tais elementos, além de trazer unicidade à obra, fazem com que o livro, como um todo, se formate em um grande monólogo, em que o autor é onisciente, levando-o ao subjetivismo, apesar da preocupação estética quanto à objetividade da escrita. São contos ambientados em atmosferas sombrias, em que os fantasmas aparecem enquanto distorções psicológicas, não precisando de cemitérios e nem de castelos para estabelecer um cenário melancólico que trafega pelo livro. Beijando dentes nos remete para a celebre cena de Hamlet; o Maurício, todavia, não apenas contempla a caveira, mas, literalmente, beija-a; e muito mais, não beija somente os dentes dessa caveira imaginária, mas a própria morte. Beijando dentes, portanto, poderia, em uma percepção gótica, nos moldes do séc. XIX, ser “beijando a morte”; não a morte convencionada, mas aquela que nos definha e nos desafia em nossas relações, por mais que juramos mantê-las eternas. A obra do Maurício é de uma densidade assombrosa em que se busca, alucinadamente, a liberdade das convenções, em particular, dos relacionamentos humanos. Ao se terminar de ler o livro tem-se a sensação de se ter visitado o porão de uma alma humana. Não é, de modo algum, uma leitura confortável.


5.

A busca incessante de liberdade chega ao extremo de romper com a própria forma. Maurício não se utiliza da escrita convencional para seus contos; e os aproxima da dramaturgia. O teatro é marcante na maioria dos contos, em que a presença do personagem e de seus pensamentos misturam-se em cortes abruptos, os quais poderiam denunciar uma lógica fragmentada; contudo, existe a continuidade da leitura, ressaltando que as personas/falas permeiam os interstícios entre as frases, como se os atores deixassem o palco e nesse permanecesse as suas vozes ou vultos, como pode ser observado nos contos Às quatro e meia da manhã; Ao redor da mesa; Cadência.


6.

Esse rompimento estrutural extrapola, em alguns momentos, o espaço real do papel. O conto O silêncio da boca aberta insinua a possibilidade de um incesto; traduzindo o gozo que não pode ser dito, contudo, caso escrito, deve ou deveria ser subentendido pelo leitor. Nesse conto, o cuidado é tanto para que não aflore tal revelação, que esta é interrompida não pelo raciocínio, mas na própria grafia: há cortes de palavras. Aliás, a sexualidade (e não vulgaridade!) está presente em vários contos. No conto Oito e meia há o sangue e gozo compondo a sinonímia de um vampirismo em que não existem dentes, mas agulhas virtuais como em acupuntura a cravarem-se no corpo e no delírio do personagem, do autor e do próprio leitor.


7.

A disposição espacial da escrita, uma preocupação evidente do autor, torna não-linear o fluxo da leitura, impondo, em certos momentos, ritmos poéticos à estrutura textual, como observado no conto Ao redor da mesa. Já no conto Duelo, existe a disposição gráfica de um diálogo em duas colunas. Apesar da separação física, esse conto contém, implícito, o embate entre o ser e o seu oposto: Você não percebe que cada tiro explodirá também pela culatra?, pergunta Maurício a ele-outro. O duelo/diálogo, assim, é um belo monólogo de um suicida.


8.

Sei que você não entende uma vírgula do que digo e não me importo, frase retirada do conto Cadência, o qual se trata dos relacionamentos de um roqueiro cinqüentão ultrapassado, explicita o egoísmo do personagem e mesmo a já citada onisciência do autor. Mas o que chama a atenção nesse conto é ojeriza à velhice, algo que se repete em outros contos. Síndrome de Peter Pan? Dorian Gray, de Oscar Wilde?, em que se processa a velhice em um espelho e se retém a sua face jovem e gélida na realidade. Nesse sentido, Maurício, no conto Madrugada, usa de imagens flácidas, decrépitas para caracterizar o fim de algo; não o fim de uma existência, mas essencialmente a degeneração da carne, da juventude. Ou seja, poderíamos ter: O retrato de Maurício de Almeida, como um subtítulo a essa breve apresentação.


9.

Uma pedra à mão, o conto que finaliza o livro; apresenta-se como uma contraposição formal aos contos anteriores. Existe a dubiedade no título, pois ele pode ser um aviso: o autor não veio com flores, mas com uma pedra na mão, pronta a ser lançada nas convenções mesquinhas que nos aprisionam em nosso dia-a-dia e nos sufocam. Nesse último conto as frases são curtas, quase em soluço. Frases secas, travadas, truncadas; como se acompanhassem a colocação de tijolo a tijolo na construção de uma casa, como está no texto, ou mesmo de um túmulo, como foi a minha leitura subliminar, guardando (ou preservando) delírio, paixão, desespero e, o mais importante, uma literatura de alta qualidade.


Obs.1: Texto lido no lançamento do livro Beijando dentes, de Maurício de Almeida, no auditório do Sesc-Campinas, na noite do dia 11 de setembro de 2008.

Obs.2: As fotos são de Alexandre Toresan.

Quinta-feira, Setembro 11, 2008

É hoje

Quarta-feira, Setembro 10, 2008

Dia 11 de setembro, às 19h30, no Sesc Campinas

será o lançamento de Beijando Dentes.

Além do coquetel de lançamento, haverá uma apresentação do livro feita por Marco Aurélio Cremasco (autor de "Santo reis da luz divina" e "Histórias prováveis") e a leitura de um dos contos de Beijando Dentes pelo grupo teatral República Cênica.



Sesc Campinas:

Rua Dom José I, 270/333, bairro Bonfim, Campinas - SP (perto da nova rodoviária)

telefone: 19 3737-1500

e-mail: email@campinas.sescsp.org.br

Quarta-feira, Setembro 03, 2008

No Rascunho

de agosto, edição nº100, saiu o seguinte texto do José Castello:

CARO MAURÍCIO


Não sei se você sabe. Ano passado, publiquei no Rascunho cinco Cartas de um aprendiz. Gostava de escrevê-las, mas a reação feroz de alguns destinatários, que me leram como se eu fosse um juiz, ou um carrasco, me levou a desistir. A cegueira leva muitos escritores a achar que a crítica é uma condenação. Imaginei que jovens escritores escapassem disso. Que nada! Parece que a vocação literária começa não pelo impulso à escrita, não com o vício da palavra, mas como uma suspeita, ou uma perseguição.

Será que eu escapo disso? Provavelmente, não. Alguns dos desafetos que colecionei durante minha vida literária, quem sabe, são mais vítimas de minha sensibilidade, também ela às vezes irritável, do que meus algozes. Não estou aqui para me excluir de nada. O mundo literário é um tabuleiro de xadrez, no qual ocupamos lugares provisórios e onde nos submetemos a uma lógica que nos ultrapassa. Há um efeito danoso sobre nosso pobre mundo pessoal de que, de fato, ninguém escapa. Não seria eu.

Não sei se sou, na acepção rigorosa, um "crítico literário". Sempre me vi, mais, como um leitor - alguém apaixonado pela leitura. Quando recebo uma correspondência endereçada "Ao crítico literário J. C.", meu primeiro impulso é devolvê-la à portaria. Meus comentários não são especializados, são laicos. Não vejo isso como uma deficiência. Quando escrevo sobre o que leio, não consigo descartar meus sentimentos, devaneios, impulsos, fantasias. Conservo sempre o espírito do leitor atordoado, derrubado pelo que leu. Leu? Leio, ou o livro me lê? Ler é se deixar ler por um livro. A literatura não é o terreno de diagnósticos, balancetes e veredictos, mas da agitação e do assombro.

Depois de algumas reações ferozes às primeiras cartas, resolvi me proteger e encerrei a coluna. Por todo um ano, passei a escrever uma nova coluna, Folha de rosto, dedicada aos escritores consagrados, ou mortos. Contudo, muitos leitores jovens, alunos (alunos?) de minhas oficinas, escritores inéditos ou quase inéditos, me cobravam que voltasse com as cartas. Falar dos mortos, eles argumentavam, é fácil, no máximo eles te puxam as pernas. A obra pronta e também morta, porém, não se atinge mais. O difícil é falar dos vivos, sobretudo do que começam - e que por isso, trazem a sensibilidade em carne viva.

Sem floreios
De autores jovens como você, Maurício. Por prudência, decidi voltar às cartas com o seu Beijando dentes (vencedor do Prêmio Sesc de Literatura 2007). Um livro que, sem dúvida, me empolgou. Um livro sem floreios, sem empáfia, escrito com força, livro de quem sabe o que deseja e o que busca. Um livro de escritor. Nele, um relato, em particular, me tocou. Ao redor da mesa (Fuga para quatro vozes), que está na página 27. É dele que venho falar.

Seu conto se baseia na idéia da fuga, não só o ato de fugir, mas também o gênero musical. Fala de algo que eu mesmo fiz quando resolvi, exausto, acabar com minhas Cartas de um aprendiz. Essa coincidência de posições me levou não só à idéia de recomeçar. Mas de recomeçar escrevendo sobre seu livro. É um relato que mescla quatro vozes - pai, mãe, filho e avó - que, em torno de uma mesa, falam da vontade de fugir. A síntese já está na primeira frase, dita pela mãe: "Vou embora".

Toda relação, mesmo o amor incondicional, toca o insuportável. Inclui, de alguma forma, o desejo de fuga. Até amar demais dói. Somos seres inquietos, estamos sempre a trocar de pele (de sensibilidade) e de pensamentos (de sentido). O que hoje é bom, amanhã é péssimo. E disso trata seu conto: do insuportável como peça do humano. Os pequenos erros, os mal-entendidos, os desencontros, as incompreensões. Todos nos sentimos um pouco desgastados, mesmo nas horas mais calorosas. Todos nos cansamos, mesmo do melhor. Quantas vezes recebemos um elogio pela coisa errada? Quantas vezes, num equívoco doloroso, nos amam justamente pelo que temos de pior?

A fuga, o gênero musical, se caracteriza pela repetição (o tema é único), mas também pelo desencontro (pois dentro do mesmo, resiste sempre um outro). Nela, muitos sons (vozes, olhares) se misturam e se desafiam. Frases vindas de várias direções, perspectivas conflitantes, sons em luta - uma grande agitação que não exclui a repetição. Na fuga, a divergência se torna uma constante. A idéia de fugir é, na verdade, uma maneira de ficar. Tudo um grande lodaçal.

Força obscura
Esse gênero musical, em que a pluralidade fecha em vez de abrir, é a chave de seu belo conto. Um relato sobre a força obscura das certezas e da repetição. Um relato sobre a grande excitação que se esconde no coração das coisas imóveis. Nessa trança de movimentos que levam de volta sempre ao mesmo lugar, de repente, também eu me vi. E me assustei. O livro falava de minha própria fuga, que não parava de me perturbar. Falava de minha desistência, por cansaço, por um medo vago de errar, por desapontamento, das cartas que comecei a escrever. Seu livro, Maurício, me fez ver que eu precisava voltar a escrevê-las.

A literatura é uma sucessão de janelas e mais janelas que se abrem, a cada página, a cada linha, a cada palavra. Em seu Relatório da coisa, Clarice Lispector usou a marca de um relógio, Sveglia, para classificar as coisas do mundo. Sem ceder à publicidade, eu a imito e digo que a literatura tem um espírito em Windows. Ela destranca e areja o mundo abafado em que vivemos. Destrava a tampa do real, revelando seu interior em abismo. Janelas que despencam sobre janelas, portas e mais portas que se entreabrem, ventos e mais ventos a soprar, em uma voragem sem fim. Temos o espírito rígido, os bolsos cheios de certezas, a mente empedrada, sempre zelosos do realismo do chão. Mas, se abrimos um bom livro, nossas certezas desabam e nosso espírito ventila.

Você, Maurício, escreveu sobre aquilo de que a literatura mais foge: a repetição. Seu tema é, de certo modo, antiliterário. A conversa repetitiva entre os quatro parentes não leva a lugar algum, só traz de volta a si mesma. É um atoleiro, no qual a família se agita, sem se mover. Mas é em contraponto, como numa fuga de Bach, grande dança dos opostos, que você a manipula. Seu conto encena a potência da literatura. Como um casaco de dupla face, mesmo do pior, em um desdobramento, ela consegue arrancar o melhor. Basta pensar em Flaubert, que fez da pequena miséria humana a sua grandeza.

Seu conto me ajudou a pensar em minha fuga. Sem escrever, recusando-me a expor minhas perplexidades e dúvidas de leitor, eu me incluí naquela família, como um quinto e secreto comensal. Sempre digo que, mais importante que interpretar a literatura, é deixar que ela nos interprete. Assim são os grandes livros: eles nos agitam, deslocam nossas certezas, nos transformam. A leitura de seu livro me deu uma rasteira. Lendo seu livro, eu me li - ou melhor, ele me leu. Seu livro interpretou minha fuga e me ajudou a voltar às cartas. Por isso, Mauricio, muito obrigado.

De seu leitor, José Castello.


O AUTOR
MAURÍCIO DE ALMEIDA nasceu em Campinas, em 1982. Formou-se em antropologia pela Unicamp. É co-autor das peças Transparência da carne e No meio da noite. Beijando dentes é seu primeiro livro.

Terça-feira, Setembro 02, 2008

Já vou avisando

desde já que o lançamento de Beijando Dentes em Campinas será na próxima semana, dia 11 de setembro, quinta-feira, às 19h30, no Sesc Campinas. Está no site até. Mas fico de avisar todo mundo mais pra frente, com convites formais e afins, afinal, acontecerão uns esquemas interessantes nesse lançamento, com participações especiais e tudo.

Segunda-feira, Setembro 01, 2008

Logo mais

posto alguma novidade. Por enquanto, as coisas ainda se acumulam na minha cabeça. Eu acho.