Domingo, Junho 29, 2008

Mala pronta

Estou indo pro Rio. E terça, dia 01/07, às 18h, nos vemos por lá (espero).


E logo depois, na sexta, dia 04/07, às 17h, estarei em Parati.


Ou seja, estarei por aí. Será fácil, fácil me encontrar.

Quarta-feira, Junho 11, 2008

Anteontem, 19h30, Masp

A leitura de Duelo foi ótima.


A princípio, os atores seriam Caio Blat e Maurício Soares, dirigidos por Cacá Toledo. Entretanto, por compromissos outros, Caio não pôde ir, de modo que a leitura foi feita apenas pelo Maurício e Cacá. E de modo algum houve alguma perda.


Ouvir o texto dá outra dimensão daquilo que está no papel. E é justamente esse um dos fascínios que tenho pelo teatro. Ouvir Duelo foi algo surpreendente, percebi humor onde não percebia, percebi falhas onde não percebia. O texto finalmente ganhou vida – e espero que ganhe ainda mais, uma vez que tentaremos montá-lo tão logo seja possível.


Por fim, aconteceu um debate muito interessante com a platéia – que, por sinal, estava tão cheia quanto interessada. No palco, eu, João, Cacá e Maurício debatemos com os interessados diversos aspectos da peça e dos assuntos que ela trabalha. Espero ter respondido às questões minimamente bem.


(Gostaria de ter algumas fotos, mas não foram feitas.)

Segunda-feira, Junho 09, 2008

Hoje, às 19h30, no Masp

Vai acontecer a leitura dramática de Duelo, peça que escrevi com João Nunes. A leitura faz parte do projeto Letras em Cena, que acontece toda segunda, sempre no Masp, sempre às 19h30.

Acredito que ocorrerá também um bate-papo comigo e com o João. Quem quiser, estarei às ordens.

Sábado, Junho 07, 2008

Livro

Meu livro será lançado em menos de um mês. É verdade que tenho uma relação de amor e ódio com aquele livro, posto que, se é uma delícia vê-lo editado, é um inferno vê-lo editado, pois ele é/está passado. Parece lugar comum, mas não é: aquele livro já não diz muita coisa para e sobre mim. Ele dizia enquanto eu o escrevia, no entanto, agora, é/está distante.


Terei de falar sobre ele, talvez alguém queira saber os ondes, comos e tals e penso na dificuldade que será fazer isso. Vejo sentido no livro que escrevo agora – ou que, ao menos, tenho tentado escrever agora. Este faz sentido, é presente, pulsa para mim. Mas aquele, não. Espero, sim, que ele viva em outras pessoas, que elas o leiam e vivam aqueles contos. Espero. Pois, para mim, será um exercício bíblico ressuscitar os meandros daquela história.


Parece que estou reclamando, mas não. É uma constatação. Estou aprendendo a lidar com a idéia de que escrever é lidar também com o tempo – tal como ler ou sofrer.

Quarta-feira, Junho 04, 2008

Me And Jesus Don't Talk Anymore

Bacana, bacana.