Quinta-feira, Novembro 22, 2007

Ano velho, ainda

Fim de ano, fim de semestre. Estou com a corda no pescoço, com a arma na cabeça. Nada de novo, é verdade. Mas nem por isso tranqüilo. De qualquer modo, aí está uma novidade legal:


Então, vamos lá. Dia 27/11, próxima terça, Estação Santa Fé, em Barão Geraldo, a partir das 18h. Não sei quem mais estará lá. Eu estarei. Afinal, depois de ter o fim de ano virado de ponta-cabeça, não custa nada um pouco de festa para relaxar. Certo ou não?

Quinta-feira, Novembro 08, 2007

Contos – Unicamp ano 40



Este livro aí em cima acabou de sair. É o resultado do concurso internacional de contos feito pela Unicamp, por causa da comemoração de 40 anos da universidade. Trabalho bacana. E bem feito. E o mais legal, devo dizer, é que tem um texto meu publicado.

Geometria Analítica Plana” é um conto que, apesar do título, nada tem de matemático. Na verdade, é bastante experimental. Queria trabalhar com algumas questões formais que estavam me incomodando – e que ainda me incomodam. Mas não é hermético. Ao menos, espero que não seja.

Além dele, devo indicar o conto de meu grande amigo (e grande escritor) Wagner Donizete Guedes. E também do (já conhecido) Nelson de Oliveira. Sei que deveria dizer o nome dos contos e tudo, mas a verdade é que mal vi o livro ainda. Estou esperando o contato da editora. Sei que já está vendendo. Ou seja, aí está a deixa. Afinal, o livro como um todo deve ser muito bom, pois os avaliadores eram ótimos.

De qualquer maneira, leia. Lerei eu também. E depois conversamos. Pode ser?

Segunda-feira, Novembro 05, 2007

Explicação desnecessária (que darei mesmo assim)

Não tenho sobre o que escrever, mesmo que aconteça algumas coisas na minha vida. A grandessíssima novidade é uma solidão se precedentes que me abateu, mas e daí? Desde quando isso é um acontecimento? Desde quando interessa? se nem a mim interessa muito?

Escrevi bastante. Finalizei projetos. Comecei outros. Entrei numa e crise e saí. E voltei a entrar. No entanto, não tenho muito a dizer. E justamente quando descubro que ao menos alguém lia este blog. Espero que entenda. Juro que me esforço para ter o que escrever, mas é assim mesmo: quando as coisas acontecem não consigo colocá-las para fora num surto de meu-querido-diário. Demora tempos, afinal, l’avenir dure longtemps.

E assim vamos. Quem sabe amanhã não conto alguma coisa? Quem sabe até não coloco uma foto?