Terça-feira, Agosto 21, 2007

Um instante para respirar

Respirando. Estou trabalhando freneticamente num novo projeto com João Nunes. Mais uma peça. Os dois últimos dias foram em função desse trabalho. Não sei que dia é hoje. Nem se tinha algum compromisso. Não levantei do computador e estou me matando com dois ou três personagens que, não sei ainda o motivo, me pegaram pelo pescoço.

E tem ainda outro projeto que está saindo muito aos poucos. Um curta. Interessante trabalhar com essas linguagens tão diferentes do livro de contos que estou (ufa!) finalizando.

Menos mal que consegui entregar todos os editais que estavam pendentes. Agora é esperar os resultados. Ao menos posso me dedicar a todos esses projetos aí em cima. E mais alguns outros. No plural mesmo. Preciso me manter na ativa. E, claro, preciso de dinheiro, mas essa é outra questão.

Ou seja, o trabalho me espera.

E lá se vai meu instante para respirar.

Terça-feira, Agosto 14, 2007

A verdade, nua e crua

A verdade é que não tenho muito que dizer. Minha vida é chata. Quer dizer, chata ela não é, mas ultimamente tenho dedicado muito tempo à burocracia. Gostaria que fosse diferente, mas não é. Por isso, dias e dias atrás de editais, planilhas de orçamento e o diabo a quatro. Mal necessário.

E acontece que, por isso, tenho muito pouco a dizer. Quase nada. Ou melhor, nada mesmo. Apenas que os projetos estão rolando. Daqui a pouco um ou outro aparece. Ou um e outro.

Assim terei o que escrever. Não é mesmo?

Domingo, Agosto 05, 2007

De repente

Não mais que de repente? Não sei, afinal algo me avisava de que seria assim. E foi.

Mal começou o semestre e estou atolado. No bom sentido – se é que existe um para essa expressão. Seja como for, estou cheio de coisas a fazer. Aos poucos vou soltando por aqui. E por lá também. Independente de onde for, aguardem, pois este semestre será de novidades. Teatro, cinema, literatura. E algo mais. Talvez. Talvez um pouco mais. Quase nada, mas vale o toque. Então, tocarei.